Movimento dos aposentados


MOVIMENTOS DOS APOSENTADOS 2009

24 DE JANEIRO 2009 -  APARECIDA -
PARALIZAÇÃO DA VIA DUTRA

3,5 MIL APOSENTADOS PELA APROVAÇÃO DOS    PROJETOS DE LEIS    PL-01/07   PL-4434/08    E     PELO FIM  DO   FATOR PREVIDENCIÁRIO
20 DE MARÇO 2009 –
PARALIZAÇÃO DAS PRINCIPAIS VIAS URBANAS DO RIO DE JANEIRO
ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS DE JUNDIAÍ
PELA APROVAÇÃO DO PL 01/2007 E PL 4434/2008
20 DE MARÇO 2009 – RIO DE JANEIRO
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO  DOS APOSENTADOS DE MG
NEGOCIANDO COM A POLICIA MILITAR-RJ  A  SAÍDA NAS VIAS URBANAS.
20 DE MARÇO 2009 –
3 MIL  APOSENTADOS NAS PRINCIPAIS VIAS URBANAS DO RIO DE JANEIRO
POLÍCIA MILITAR- RJ  ACOMPANHANDO A MANIFESTAÇÃO
       
20 DE MARÇO 2009  - RIO DE JANEIRO
ASSOCIAÇÃO DE JUNDIAÍ
REIVINDICANDO A APROVAÇÃO DO MESMO ÍNDICE DO SALÁRIO  MÍNIMO PARA AS APOSENTADORIAS ACIMA DO PISO
20 DE MARÇO 2009 – RIO DE JANEIRO
POLICIA CIVIL E MILITAR – RJ,  INIBINDO MANIFESTAÇÃO DA COMPANHEIRA APOSENTADA DE MG.
RIO DE JANEIRO  20/03/2009
DIRETOR DA ASSOCIAÇÃO DE JUNDIAÍ, NA MANIFESTAÇÃO PELA APROVAÇÃO DOS PROJETOS LEIS QUE RESTABELECE OS DIREITOS DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS.
20/03/2009
 RIO DE JANEIRO
       
25  DE MAIO 2009 – BRASÍLIA –  PELA APROVAÇÃO DOS PROJETOS DE LEIS PL01/07 , PL 4434/08 E PELO FIM DO FATOR PREVIDENCIÁRIO.
APOSENTADO E ASSOCIADO DA AAPJR REIVINDICANDO A APROVAÇÃO COM DEMAIS APOSENTADOS DE OUTRAS ENTIDADES

25 DE MAIO – DIRETORIA DA AAPJR DE JUNDIAÍ NA OCUPAÇÃO E PERMANÊNCIA NA CAMARA FEDERAL PELA APROVAÇÃO DOS PROJETOS DE LEIS QUE RESTABELECEM OS DIREITOS DOS APOSENTADOS DE TODO BRASIL.

25 DE MAIO – APOSENTADOS NA OCUPAÇÃO E PERMANÊNCIA NA CAMARA DE DEPUTADOS FEDERAIS. SENTADOS NA CADEIRA DOS DEPUTADOS FEDERAIS, EM VIGILIA.

25 DE MAIO – DIRETORIA E ASSOCIADOS  DA AAPJR DE JUNDIAÍ, NA CAMARA DE DEPUTADOS FEDERAIS AGUARDANDO OS LÍDERES DA CAMARA DECIDIREM PELA COLOCAÇÃO DO PL01/07 NA PAUTA PARA VOTAÇÃO.

       

30 DE JUNHO NEGOCIAÇÃO COM O LÍDER DE GOVERNO  PARA COLOCAÇÃO  DO PL 01/2007 NA PAUTA PARA VOTAÇÃO -  A DIRETORIA DA AAPJR DE JUNDIÁI ACOMPANHANDO A COMISSÃO JUNTAMENTE COM AS FEDERAÇÕES DE SP E MG  E ASSOCIAÇÕES DE APOSENTADOS DE VÁRIOS ESTADOS.

30 DE JUNHO  NEGOCIAÇÃO PARA APROVAÇÃO DO PL 01/2007 -  AAPJR  REPRESENTADA PELOS DIRETORES, NA COMISSÃO COM OS LÍDERES DO GOVERNO

30 DE JUNHO  NEGOCIAÇÃO PARA APROVAÇÃO DO PL 01/2007 -  AAPJR  REPRESENTADA PELOS DIRETORES, NA COMISSÃO DE LÍDERES DO GOVERNO

DE FRENTE A SEDE SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS DE JUNDIAI, AGUARDANDO A CHEGADA DE ASSOCIAÇÕES DO INTERIOR, OSASCO, GRANDE ABCD E CAPITAL PARA INICIO DA PASSEATA   NAS PRINCIPAIS RUAS DO CENTRO DE JUNDIAI.

       

3 MIL  APOSENTADOS NAS RUAS DO CENTRO DE JUNDIAÍ REIVINDICANDO A APROVAÇÃO DOS PROJETOS DE LEIS QUE RESTABELECEM OS DIREITOS DOS APOSENTADOS E PELO FIM DO FATOR PREVIDENCIÁRIO.

A RUA PADROEIRA, EM JUNDIAÍ,  DO ÍNICIO AO FIM FOI OCUPADA POR 3 MIL APOSENTADOS REPRESENTANDO VÁRIAS ASSOCIAÇÕES.  JUNDIAÍ TESTEMUNHOU A UNIÃO DA   ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS DE JUNDIAÍ E REGIÃO

O TRÂNSITO DE JUNDIAÍ PAROU DURANTE A REIVINDICAÇÃO DOS APOSENTADOS . A  POLICIA MILITAR DE TRANSITO,  ACOMPANHOU E GARANTIU A SEGURANÇA DE  TODOS NO TRAJETO.

JUNDIAÍ O BERÇO DA PREVIDENCIA SOCIAL TESTEMUNHOU A VOZ DE 3 MIL APOSENTADOS NAS RUAS DE JUNDIAÍ.

       

FEDERAÇÕES E ASSOCIAÇÕES DE APOSENTADOS DE VÁRIAS LOCALIDADES, AUTORIDADE ESTADUAIS SE ORGANIZANDO PARA FINALIZAR A PASSEATA, NA PRAÇA DA MATRIZ NO CENTRO DE JUNDIAÍ.

LIDERES E ASSESSORIA DA ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS DE JUNDIAI DIRETORIA NO COMANDANDO O GRANDE ATO REIVINDICATÓRIO DE JUNDIAÍ

OUTUBRO 2009 – Deputado José Genuíno – PT/SP,  Recebe documento
das mãos do presidente da AAPJR de Jundiaí, solicitando apoio para aprovação dos Projetos de Leis PL01/07, PL 4434/08 e pelo Fim do Fator Previdenciário, na Sede
do Sindicato dos Alimentícios de Jundiaí e organizou o encontro.

NOVEMBRO 2009 - BRASILIA
DELEGAÇÃO DE APOSENTADOS DE JUNDIAÍ NO CONGRESSO NACIONAL
PELA APROVAÇÃO DOS PROJETOS DE LEI QUE RESTABELECE OS DIREITOS DOS APOSENTADOS.


UMA LUTA HISTÓRICA RESGATA OS 147%

Jovens com os rostos pintados de verde e amarelo gritavam “Fora Collor” pelas ruas afora. O país respirava um clima de revanche. E a luta pelo reajuste dos 147% sobre os salários dos aposentados e pensionistas foi um dos gatilhos que disparou o movimento do Impeachment.
Mal havia terminado a batalha junto ao Congresso Nacional pela votação da Lei de Custeio e Benefícios (regulamentando o dispositivo constitucional sobre a Previdência Social), os deputados federais e senadores votaram a Lei 8.212, de 5 de setembro de 1991, que dispunha sobre a política nacional de salários, incluindo o mínimo.
Aproveitando-se do atraso na elaboração, votação e regulamentação da tal lei, o então presidente, Fernando Collor de Mello e o ministro do Trabalho e Previdência Social, Antonio Rogério Magri, manipularam as interpretações sobre os reajustes dos aposentados e pensionistas. Foi aplicado mais um arrocho salarial, base de sua política de combate à inflação, apesar de o índice do período março a agosto de 1991 estar fixado em 79,96%.
Magri baixou a Portaria 3.485, concedendo 54,6% de reajuste aos benefícios da Previdência Social para aqueles que recebiam mais de um salário mínimo. Esta atitude gerou em todos os aposentados e pensionistas uma revolta jamais esperada pelo governo.
Indignados, muitos começaram a procurar advogados particulares e associações para ações judiciais, único caminho que conheciam para reparar tamanha injustiça. No dia 25 de setembro de 1991, Magri foi convocado pela Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara Federal, para explicar a não indicação de aposentados para os Conselhos Nacionais da Seguridade Social e da Previdência Social. Teve que explicar também o não pagamento dos 147% aos aposentados e pensionistas. Mas o então ministro não compareceu e a audiência foi novamente marcada para o dia 16 de outubro.

Condições Ideais
Ações Civis Públicas, isoladas e individuais provocaram liminares na justiça e um amplo noticiário pela imprensa. Essa foi a cama preparada para a luta pelos 147,06%. A cassação das liminares e o seu não cumprimento imediato provocaram angústia e ansiedade. Foram esses sentimentos que acabaram por levar os jovens às ruas, questionando a política e a corrupção que começavam a ser denunciados.
A situação exigia mobilização. Para tanto, foi convocada uma assembléia em Jundiaí, no dia 27 de outubro de 1991 entre aposentados e pensionistas. Foi o maior encontro desse grupo, com mais de três mil participantes, incluindo delegações de associações de outras cidades. Neste ato, muitas dúvidas foram esclarecidas, principalmente sobre a Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal. Ninguém, portanto, precisaria se preocupar em mover ações individuais, pois a Civil contemplava a todos, indistintamente.

Envolvimento da sociedade
Essa movimentação pelos 147,06% acabou envolvendo toda a sociedade, ganhou a simpatia da Imprensa e colocou ao governo e juízes do Supremo Tribunal Federal o dever de resolver esse impasse o mais rápido possível.
Com as ações de rua ocorrendo por todo o Brasil, o STF apressou-se a julgar e determinar o pagamento do índice reivindicado, que foi pago em 12 parcelas, sendo a última em outubro de 1993. Assim, chega ao final o imbróglio que atormentou milhões de aposentados, pensionistas e respectivas famílias.

Orientação
Durante todo o processo do pagamento da diferença, a associação permaneceu firme e até o último dia esteve presente nas filas dos bancos e no centro da cidade, orientando e informando sobre como se chegou ao valor que foi depositado. A ação demonstrou a importância e força da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região e a necessidade de cada um ter conhecimento sobre o que estava acontecendo para não serem mais enganados.

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